Gelacreperia
10,11 e 12/07/2005
Meu trabalho esta indo de vento em polpa.
O Valentino, meu chefe, quer que eu seja o responsavel pela Gelacreperia quando de sua ausencia, mormente por estar prestes a viajar por uma semana.
Para tanto, estou aprendendo a fazer os sorvetes, as granitas e a lidar com toda a parte administrativa a procedimental do negocio.
Aqui as pessoas nao tem muito comprometimento com este tipo de trabalho e so aceitam faze-lo por temporada ou quando precisam de grana. Assim, quando ele encontrou uma pessoa que se dedica e esta sempre disposto a ajudar e a trabalhar junto dele, nao quer perde-la e busca desenvolve-la para ajuda-lo. Sabendo que eu pretendo ficar aqui na Italia por uns 3 anos, em conjunto com meu desenvolvimento no trabalho, auto-suficiencia e espirito indomavel, ele me quer mais como um parceiro que como um dependente.
Uma outra proposta que ele me fez foi em relaçao à moradia. Pretende alugar um apartamento para, de vez em quando, usa-lo por uma noite, uma vez que ele mora com os pais, mas nao seria interessante gastar uma grana e nao habitar no local. Desta forma, indagou-me se haveria interesse de minha parte em habitar neste apartamento, dividindo equalitariamente o aluguel e, quando houvesse necessidade, ele me avisaria com a devida antecedencia e trocariamos de posto por uma noite.
E uma proposta financeiramente muito boa, alem de ser um apartamento novo (o que habito hoje é velho) e me daria mais liberdade para estudar, tocar minha viola e organizar as coisas do meu jeito. Mas por outro lado, poderia estreitar mais as relaçoes amizade/trabalho, o que é um pouco perigoso se as pessoas envolvidas nao sabem respeitar alguns limites. Creio que ele nao seja maturo suficiente para separar as coisas e o controle sobre minha vida laborativa poderia ser misturado com o da pessoal.
De qualquer forma, devo deixar o apartamento que habito hoje em agosto, pois vence o contrato de aluguel e nao tenho intençao de renova-lo em meu nome (hoje esta no nome do italiano que comprou um apartamento para si e nao mais habitara conosco).
Pensarei com calma e estou conversando com pessoas proximas para colher diversas opinioes.
Meu trabalho esta indo de vento em polpa.
O Valentino, meu chefe, quer que eu seja o responsavel pela Gelacreperia quando de sua ausencia, mormente por estar prestes a viajar por uma semana.
Para tanto, estou aprendendo a fazer os sorvetes, as granitas e a lidar com toda a parte administrativa a procedimental do negocio.
Aqui as pessoas nao tem muito comprometimento com este tipo de trabalho e so aceitam faze-lo por temporada ou quando precisam de grana. Assim, quando ele encontrou uma pessoa que se dedica e esta sempre disposto a ajudar e a trabalhar junto dele, nao quer perde-la e busca desenvolve-la para ajuda-lo. Sabendo que eu pretendo ficar aqui na Italia por uns 3 anos, em conjunto com meu desenvolvimento no trabalho, auto-suficiencia e espirito indomavel, ele me quer mais como um parceiro que como um dependente.
Uma outra proposta que ele me fez foi em relaçao à moradia. Pretende alugar um apartamento para, de vez em quando, usa-lo por uma noite, uma vez que ele mora com os pais, mas nao seria interessante gastar uma grana e nao habitar no local. Desta forma, indagou-me se haveria interesse de minha parte em habitar neste apartamento, dividindo equalitariamente o aluguel e, quando houvesse necessidade, ele me avisaria com a devida antecedencia e trocariamos de posto por uma noite.
E uma proposta financeiramente muito boa, alem de ser um apartamento novo (o que habito hoje é velho) e me daria mais liberdade para estudar, tocar minha viola e organizar as coisas do meu jeito. Mas por outro lado, poderia estreitar mais as relaçoes amizade/trabalho, o que é um pouco perigoso se as pessoas envolvidas nao sabem respeitar alguns limites. Creio que ele nao seja maturo suficiente para separar as coisas e o controle sobre minha vida laborativa poderia ser misturado com o da pessoal.
De qualquer forma, devo deixar o apartamento que habito hoje em agosto, pois vence o contrato de aluguel e nao tenho intençao de renova-lo em meu nome (hoje esta no nome do italiano que comprou um apartamento para si e nao mais habitara conosco).
Pensarei com calma e estou conversando com pessoas proximas para colher diversas opinioes.

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