Friday, September 30, 2005

Nevermore

29/09/2005

Hoje foi o grande dia do show do tao esperado show do Nevermore! Apesar de eu ja ter ido a um show deles em 2001, em Sao Paulo, na mesma noite em que se apresentaram Krisiun e Necromancia, a expectativa era grande e os shows deles sempre sao maravilhosos.
Inverti meu horario de trabalho para poder ir ao concerto. Assim, trabalhei das 13 às 20 horas. Durante o dia o Rubinho, a Flora, a Julia (irma do Rubinho e da Flora) e o Marco (Big Bimba) foram na Gelacreperia e, às 20 horas me encontrei com o Marco e fomos direto para o Rolling Stone.
Quando entramos no Rolling Stone, ja eram 21:30 horas e o show estava programado para começar as 20:00 horas! Mas como havia uma banda de abertura (à qual nao assistimos), nao atrasamos e, em 10 minutos as luzes se apagaram e, apos uma breve introduçao instrumental a porradaria começa ao som da maravilhosa Born, faixa de abertura do novo disco This Godless Endeavor. E incrivel o efeito desta musica ao vivo, principalmente com todos cantando o refrao em unissono! Perfeita!
Seguiram-se, na mesma sequencia do disco, Final Product, Acid Words e Bittersweet Feast. Depois das boas-vindas e de um breve agradecimento por parte de Warrel Dane, nada melhor do que executar alguma cançao do melhor disco da carreira do Nevermore até hoje, Dead Heart in a Dead World. Mandaram ver Narcosynthesis e, logo apos, The River Dragon Has Come. Para nao esfriar a galera, do disco The Politics of Ecstasy, tocaram a faixa de abertura, The Seven Tongues of God, na qual é impossivel nao entrar na roda de pogadas com sua estupenda introduçao! A seguinte foi The Learning, ultima musica do The Politics of Ecstasy. Uma excelente musica, mas que fez cair um pouco a cadencia do show. De qualquer forma, ao emendarem a nova e maravilhosa Sentient 6, conseguiram segurar a peteca. Por fim, abriu-se a maior roda de pogada da noite, ao som de The Sound of Silence!
Claro que eles nao poderiam ir embora sem fazer um bis. Começa a introduçao Ophidian, que anuncia a pavorosa Beyond Within. Depois, Dreaming Neon Black, This Godless Endeavor e, para fechar com chave de ouro, a unica do penultimo disco, a faixa-titulo, Enemies of Reality. Memoravel espetaculo que comprovou o porque de o Nevermore estar entre minhas bandas preferidas ha alguns anos!!!
Para variar, encontramos neste show o Fabio, um italiano que conheci no centro de Sao Paulo, antes de vir para a Italia, e que encontro em todos os shows de metal que vou! Encontrei ele no show do Testament, no Gods of Metal e, agora, no show do Nevermore.
Depois do show, eu e Marco fomos até o Bar Le Trottoir Alla Darsena, que fica na Piazza XXIV Maggio, sendo um dos unicos que fica aberto até mais tarde e tem musica ao vivo. Tocava uma banda blues, com uma formaçao interessante: Guitarra acustica, guitarra eletrica, violoncelo, saxofone e percussao (caixa e chimbal). O sujeito tem uma voz meio rouca, no estilo Jonny Lang, e ficamos curtindo um som e conversando até umas 03:00 horas sobre toda sorte de assuntos psicomulheris, sociolaborativos e autodestinosos. Foi legal ter curtido tanta musica numa mesma noite e ainda podermos tido este tempo para conversar.

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