La Tigre e La Neve
17/11/2005
Como tem sido praxe às quintas-feiras, ha algum tempo, trabalhei durante a tarde e tive a noite livre. Fazia bastante frio e ninguém queria sair de casa. No entnto, eu estava na pilha de ir ao cinema, pois a primeira e ultima vez que havi estado num cinema aqui na Italia foi em maio, com o Big Bimba.
Assim, chamei o Neto, que nao tinha como vir, pois mora longe e estava sem carro; chamei o Rubinho, mas estava cansadinho, com friozinho, e nao queria sair de casa; chamei a Flora, a Julia e o Jampa, mas nada! Convidei a Elena, mas ela queria dormir cedo e reservar as energias para o dia seguinte, aniversario do Neto na balada Tropicana Club Latino. Va bene..... fui sozinho assistir ao novo filme de Roberto Benigni, La Tigre e La Neve.
A sessao começava às 22:30 horas e, como havia trabalhado até as 20:00 horas, passei em casa, tomei um banho, comi alguma coisa e fui para o cinema Orfeu, perto de casa.
Rola aqui na Italia uma discussao entre os criticos de cinema acerca da real importancia do Benigni no cinema italiano e da possivel supervalorizaçao de suas obras pelo fato de ele ser visto como um icone do cinema nacional. Em outras palavras, a questao discutida é: Serà que a percepçao das pessoas e dos criticos em relaçao a um novo filme do Benigni é atualmente deturpada por e influenciada pelo fato dele ser um expoente do cinema italiano e, portanto, acab por ser uma afronta aos costumes e ao bom senso comum falar mal de um filme produzido, dirigido e estrelado por ele?
E como nao poder falar mal de Caetano Veloso ou de Elis Regina pelo que eles representam à sociedade cultural brasileira.
Comunque sia, eu gostei bastante do filme, sempre no estilo Benigni de ser, que nos faz rir, chorar e impressionar ao mesmo tempo. Ao menos eu passei por todos estes estagios durante filme e, justamente no momento de mais lagrimas, o filme acaba e tenho que sair com aquela cara amassada que fazia cair por terra minha pose de malvado, com calça jeans, jaquetade couro, gorro e uma malha metaleira de moletom do Nevermore...
Findo o filme, senti-me inspirado a escrever qualquer coisa e, como nao queria atrapalhar o Henrique que nesta noite estava em casa, acompanhado, e tudo e tal..., fui até o Parco Solari, perto de casa, sentei-me em um banco e là fiquei até cerca de 01:00 hora, escrevendo e viajando.
Voltei para casa e somente no caminho me dei conta do frio que fazia que, segundo e-mail enviado pela Mamma Beth Power, era de 2º Celsius! Ow looooco!!
Bem... de resto to sussa....
Como tem sido praxe às quintas-feiras, ha algum tempo, trabalhei durante a tarde e tive a noite livre. Fazia bastante frio e ninguém queria sair de casa. No entnto, eu estava na pilha de ir ao cinema, pois a primeira e ultima vez que havi estado num cinema aqui na Italia foi em maio, com o Big Bimba.
Assim, chamei o Neto, que nao tinha como vir, pois mora longe e estava sem carro; chamei o Rubinho, mas estava cansadinho, com friozinho, e nao queria sair de casa; chamei a Flora, a Julia e o Jampa, mas nada! Convidei a Elena, mas ela queria dormir cedo e reservar as energias para o dia seguinte, aniversario do Neto na balada Tropicana Club Latino. Va bene..... fui sozinho assistir ao novo filme de Roberto Benigni, La Tigre e La Neve.
A sessao começava às 22:30 horas e, como havia trabalhado até as 20:00 horas, passei em casa, tomei um banho, comi alguma coisa e fui para o cinema Orfeu, perto de casa.
Rola aqui na Italia uma discussao entre os criticos de cinema acerca da real importancia do Benigni no cinema italiano e da possivel supervalorizaçao de suas obras pelo fato de ele ser visto como um icone do cinema nacional. Em outras palavras, a questao discutida é: Serà que a percepçao das pessoas e dos criticos em relaçao a um novo filme do Benigni é atualmente deturpada por e influenciada pelo fato dele ser um expoente do cinema italiano e, portanto, acab por ser uma afronta aos costumes e ao bom senso comum falar mal de um filme produzido, dirigido e estrelado por ele?
E como nao poder falar mal de Caetano Veloso ou de Elis Regina pelo que eles representam à sociedade cultural brasileira.
Comunque sia, eu gostei bastante do filme, sempre no estilo Benigni de ser, que nos faz rir, chorar e impressionar ao mesmo tempo. Ao menos eu passei por todos estes estagios durante filme e, justamente no momento de mais lagrimas, o filme acaba e tenho que sair com aquela cara amassada que fazia cair por terra minha pose de malvado, com calça jeans, jaquetade couro, gorro e uma malha metaleira de moletom do Nevermore...
Findo o filme, senti-me inspirado a escrever qualquer coisa e, como nao queria atrapalhar o Henrique que nesta noite estava em casa, acompanhado, e tudo e tal..., fui até o Parco Solari, perto de casa, sentei-me em um banco e là fiquei até cerca de 01:00 hora, escrevendo e viajando.
Voltei para casa e somente no caminho me dei conta do frio que fazia que, segundo e-mail enviado pela Mamma Beth Power, era de 2º Celsius! Ow looooco!!
Bem... de resto to sussa....

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