Natal
22 a 25/12/2005
Depois de almoçar com o Henrique e com o Gabriel aqui em casa, dirigimo-nos, eu e o Henrique, à Stazione Centrale para pegarmos o trem para Thiene e passarmos o Natal com o Marco, Big Bimba.
Chegamos em Thiene por volta das 19:00 horas, a casa já estava arrumada para a piccola ceia, conversamos um pouco, fomos até o Carrefour comprar o que faltava para o jantar e esperamos o pessoal chegar. No total, estávamos em cerca de 15 pessoas, conversando, comendo e bebendo um vinho ao som de Ivete Sangalo e Shania Twain. Vale comentar que o Big Bimba ganhou de presente uma cuequinha vermelha fim-do-arco-íris! Pouco após a meia-noite, depois do brinde e das congratulações natalinas, incluindo ligações e mensagens telefônicas, fomos para um bar em Vicenza chamado Viva Brasil, já tratado neste Bimbando na Europa em meados de maio do corrente ano.
Havia praticamente ninguém no Viva Brasil, mas a balada foi nossa. Enchemos a casa com nossa presença, dançamos bastante, cantamos, bebemos caipirinhas de toda sorte e o Marco até descobriu que o DJ da casa era de São Paulo, bairro de Pinheiros, próximo de onde morávamos. Como diria o mestre Falcão: "O mundo é tão pequeno, eu me procuro e não me acho". Quando deu umas 04:30 horas o DJ foi embora e foi hora de pegar a viola e fazer o pessoal dormir. Como sempre, ao som de Djavan, Zeca Baleiro e Zakk Wylde, a galera relaxou e curtiu o fim de balada. Chegamos em casa e fomos dormir por volta das 06:00 horas.
No dia seguinte, acordamos um pouco tarde, almoçamos, fizemos um giro pelo centro de Thiene e acompanhamos o Henrique até a Estação Ferroviária, pois ele deveria retornar à Milão no dia 25 mesmo. Assim que ele foi embora, eu e o Marco decidimos ir a um centro de entretenimento em Torri di Quartesolo, comer alguma coisa e ir ao cinema.
Comemos uma bela pizza no Crazy Bull, uma espécie de lanchonete/restaurante com um ambiente descontraído e música moderna. Aliás fui perguntar ao DJ qual o nome de um grupo cuja canção que tocava me interessou e, logo após, ele colocou uma sequência de músicas brasileiras em homenagem a mim e ao Big Bimba, anunciando isso no microfone. Bárbaro!
A pizza era gigantesca e conversamos bastante, mormente sobre assuntos psicomulheris e projetos de vida.
Saímos do Crazy Bull e fomos ao cinema assistir ao filme Mr. e Mrs. Smith. Aliás, um parênteses aqui para dizer que nas últimas duas semanas fui ao cinema quatro vezes para deixar o Henrique com sua companhia à vontade em casa e, assim, já havia assistido ao King Kong, Memórias de uma Gheisa e The Interpreter. Por isso o que nos restou foi este filme de ação/comédia/forçado. Mas foi legal, pois pudermos fazer bastantes coisas juntos, eu e meu irmão.
Um Natal com pouca grana, sem muito luxo e sem uma ceia abundante, mas muito intenso, divertido e próximo ao meu irmão, que me representa toda a família que está no Brasil.
Depois do filme fomos para casa e resolvemos acordar cedo no dia seguinte para um bate-volta em Venezia.
Depois de almoçar com o Henrique e com o Gabriel aqui em casa, dirigimo-nos, eu e o Henrique, à Stazione Centrale para pegarmos o trem para Thiene e passarmos o Natal com o Marco, Big Bimba.
Chegamos em Thiene por volta das 19:00 horas, a casa já estava arrumada para a piccola ceia, conversamos um pouco, fomos até o Carrefour comprar o que faltava para o jantar e esperamos o pessoal chegar. No total, estávamos em cerca de 15 pessoas, conversando, comendo e bebendo um vinho ao som de Ivete Sangalo e Shania Twain. Vale comentar que o Big Bimba ganhou de presente uma cuequinha vermelha fim-do-arco-íris! Pouco após a meia-noite, depois do brinde e das congratulações natalinas, incluindo ligações e mensagens telefônicas, fomos para um bar em Vicenza chamado Viva Brasil, já tratado neste Bimbando na Europa em meados de maio do corrente ano.
Havia praticamente ninguém no Viva Brasil, mas a balada foi nossa. Enchemos a casa com nossa presença, dançamos bastante, cantamos, bebemos caipirinhas de toda sorte e o Marco até descobriu que o DJ da casa era de São Paulo, bairro de Pinheiros, próximo de onde morávamos. Como diria o mestre Falcão: "O mundo é tão pequeno, eu me procuro e não me acho". Quando deu umas 04:30 horas o DJ foi embora e foi hora de pegar a viola e fazer o pessoal dormir. Como sempre, ao som de Djavan, Zeca Baleiro e Zakk Wylde, a galera relaxou e curtiu o fim de balada. Chegamos em casa e fomos dormir por volta das 06:00 horas.
No dia seguinte, acordamos um pouco tarde, almoçamos, fizemos um giro pelo centro de Thiene e acompanhamos o Henrique até a Estação Ferroviária, pois ele deveria retornar à Milão no dia 25 mesmo. Assim que ele foi embora, eu e o Marco decidimos ir a um centro de entretenimento em Torri di Quartesolo, comer alguma coisa e ir ao cinema.
Comemos uma bela pizza no Crazy Bull, uma espécie de lanchonete/restaurante com um ambiente descontraído e música moderna. Aliás fui perguntar ao DJ qual o nome de um grupo cuja canção que tocava me interessou e, logo após, ele colocou uma sequência de músicas brasileiras em homenagem a mim e ao Big Bimba, anunciando isso no microfone. Bárbaro!
A pizza era gigantesca e conversamos bastante, mormente sobre assuntos psicomulheris e projetos de vida.
Saímos do Crazy Bull e fomos ao cinema assistir ao filme Mr. e Mrs. Smith. Aliás, um parênteses aqui para dizer que nas últimas duas semanas fui ao cinema quatro vezes para deixar o Henrique com sua companhia à vontade em casa e, assim, já havia assistido ao King Kong, Memórias de uma Gheisa e The Interpreter. Por isso o que nos restou foi este filme de ação/comédia/forçado. Mas foi legal, pois pudermos fazer bastantes coisas juntos, eu e meu irmão.
Um Natal com pouca grana, sem muito luxo e sem uma ceia abundante, mas muito intenso, divertido e próximo ao meu irmão, que me representa toda a família que está no Brasil.
Depois do filme fomos para casa e resolvemos acordar cedo no dia seguinte para um bate-volta em Venezia.

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