Brescia
08.07.2006
Acordamos pela manhã, em razão do calor que fazia, uma vez que eu e o Big Bimba dormíamos dentro de seu carro, num estacionamento em frente à praia de Viareggio. Tomamos café-da-manhã (entenda-se por isso pão com mortadela e vinho tinto) às 07:30 horas e curtimos a praia até as 15:00 horas, quando passamos em um McDonald's para comer e seguimos viagem para Brescia aonde a Escola de Samba deveria se apresentar pela noite.
Claro que nos perdemos um pouco, principalmente porque o Big Bimba até hoje não tem um guia de estradas, de ruas, de sejá lá o que for em seu carro. Bárbaro! Mas chegamos a tempo no Oasi, um restaurante, bar, pizzaria, balada e tudo o mais em um só lugar. O pico é muito legal, com vários ambientes diferentes, uma estrutura muito boa e, ao ar livre, um grande palco para espetáculos e um belo espaço para dançar e assistir ao espetáculo, com capacidade para cerca de 2 mil pessoas. Nos apresentamos neste palco, mas não sei se por falta de divulgação ou divulgação mal feita, contava-se nos dedos as pessoas que estavam nos assistindo. O proprietário do lugar chama-se Walter e já tocou em outros tempos com a Feliz da Vida, além de ter sido o patrocinador de nossos flyers para a Festa do Verão (22.07.2006). Segundo alegações do mesmo, a falta de público se deu em função das férias e da falta de ânimo das pessoas da região. Verdade ou não, tocamos assim mesmo, com a empolgação de sempre e recebemos nosso cachê do mesmo jeito. Colocamos até o Big Bimba para tocar tamborim! Mágico!
Como sempre, tivemos problemas com microfones, técnico de som mongol, integranttes da Escola que não puderam vir tocar e outros que só aparecem quando se fala em dinheiro, mesmo que jamais tenham ensaiado. Mas ao final tudo se resolve e, entre tapas e beijos, fazemos o que temos que fazer. Fizemos a tradicional introdução instrumental e tocamos alguns sambas enredo.
Acabamos de tocar e por volta das 02:30 horas fomos embora. O Big estava cansado, preferiu voltar direto para Thiene em vez de ficar em Milão e foi embora mais cedo, por volta das 01:30 horas. Em verdade ele estava um pouquinho mal porque dormiu no Sol e, por isso, estava ardendo e com o corpo muito quente.
Voltei com a Debora, de carona com o Gianluca, que toca surdo na Escola de Samba, mas a estada principal estava fechada. Como o Gianluca mora do outro lado de Milão e não conhece um cazzo das estradas da região além do trajeto casa-trabalho-casa, chegamos em casa às 6 da manhã. Muuuuito gostooouso!
Acordamos pela manhã, em razão do calor que fazia, uma vez que eu e o Big Bimba dormíamos dentro de seu carro, num estacionamento em frente à praia de Viareggio. Tomamos café-da-manhã (entenda-se por isso pão com mortadela e vinho tinto) às 07:30 horas e curtimos a praia até as 15:00 horas, quando passamos em um McDonald's para comer e seguimos viagem para Brescia aonde a Escola de Samba deveria se apresentar pela noite.
Claro que nos perdemos um pouco, principalmente porque o Big Bimba até hoje não tem um guia de estradas, de ruas, de sejá lá o que for em seu carro. Bárbaro! Mas chegamos a tempo no Oasi, um restaurante, bar, pizzaria, balada e tudo o mais em um só lugar. O pico é muito legal, com vários ambientes diferentes, uma estrutura muito boa e, ao ar livre, um grande palco para espetáculos e um belo espaço para dançar e assistir ao espetáculo, com capacidade para cerca de 2 mil pessoas. Nos apresentamos neste palco, mas não sei se por falta de divulgação ou divulgação mal feita, contava-se nos dedos as pessoas que estavam nos assistindo. O proprietário do lugar chama-se Walter e já tocou em outros tempos com a Feliz da Vida, além de ter sido o patrocinador de nossos flyers para a Festa do Verão (22.07.2006). Segundo alegações do mesmo, a falta de público se deu em função das férias e da falta de ânimo das pessoas da região. Verdade ou não, tocamos assim mesmo, com a empolgação de sempre e recebemos nosso cachê do mesmo jeito. Colocamos até o Big Bimba para tocar tamborim! Mágico!
Como sempre, tivemos problemas com microfones, técnico de som mongol, integranttes da Escola que não puderam vir tocar e outros que só aparecem quando se fala em dinheiro, mesmo que jamais tenham ensaiado. Mas ao final tudo se resolve e, entre tapas e beijos, fazemos o que temos que fazer. Fizemos a tradicional introdução instrumental e tocamos alguns sambas enredo.
Acabamos de tocar e por volta das 02:30 horas fomos embora. O Big estava cansado, preferiu voltar direto para Thiene em vez de ficar em Milão e foi embora mais cedo, por volta das 01:30 horas. Em verdade ele estava um pouquinho mal porque dormiu no Sol e, por isso, estava ardendo e com o corpo muito quente.
Voltei com a Debora, de carona com o Gianluca, que toca surdo na Escola de Samba, mas a estada principal estava fechada. Como o Gianluca mora do outro lado de Milão e não conhece um cazzo das estradas da região além do trajeto casa-trabalho-casa, chegamos em casa às 6 da manhã. Muuuuito gostooouso!

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