Eric Clapton e Robert Cray
07.07.2006
Há muito tempo esperava por ver e escutar Eric Clapton ao vivo, pela lenda que é e por todo seu trabalho, seja no Cream, seja na carreira solo, que conheci através do meu irmão Big que sempre curtiu blues e, pouco antes de vir para a Itália, eu escutava sempre no carro da Lilica, amiga maluca que tenho em SP e que conheci pela minha irmã.
O grupo de abertura era Robert Cray, do qual o Silvio Lopes, irmãozão guitar-hero da King Bird, gravou-me um disco que me agradou muito (The Score). Assim, ero ansioso pelos dois shows e queria chegar cedo ao lugar do espetáculo para estar próximo ao palco.
Chegamos à Piazza Napoleone por volta das 20:00 horas, pois o show de abertura começava às 20:30 horas. Mal encontramos um lugar bom para ver um show, um malucão começou a reclamar do fato de eu e o Big sermos muito grandes e estarmos à frente dele e de seu filhote, que haviam chegado bem mais cedo. Depois de dois minutos de discussão inútil, deixamos eles falando sozinhos e não arredamos pé do lugar. Aonde já se viu discutir por um lugar num show que só tem pista, no meio de uma praça? !
Pontualmente às 20:30 horas começou o show do Robert Cray. Fiquei impressionado com a simplicidade, a humildade e o talento dele ao vivo. Um estilo de blues que não via há tempos, realmente diverso do que andam fazendo nos últimos tempos. Muito bom!
Após o término do show de Robert Cray, com mais de meia hora de atraso, entra num palco cheio de jogos de luzes Eric Clapton. Os músicos que o acompanhavam eram realmente impressionantes, com destaque para Doyle Bramhall II e Derek Trucks nas guitarras. Confesso que esperava mais do set list, que não foi muito empolgante se levarmos em conta a vasta coleção de sucessos e músicas boas que ele tem, apesar de ter melhorado bastante na última parte do show.
Mesmo a turnê sendo do último álbum, Back Home, eles tocaram só duas músicas deste trabalho (So Tired e Back Home), deixando de lado as maravilhosas Lost and Found, One Track Mind e I'm Going Left, que seria perfeita para finalizar o show. Das famosíssimas mesmo só tocaram Cocaine. Mesmo assim, foi um concerto de muito profissionalismo e excelente qualidade musical, além de não ser todo dia que temos a oportunidade de assistir a um concerto do Eric Clapton, de perto, em uma bela praça medieval a céu aberto e por um preço super acessível. E sempre na companhia do Big Bimba, que já me acompanhou aos shows do Testament, Nevermore, Tracy Chapman entre outros.
Após o show, demos uma última volta por Lucca, tomamos um sorvete e nos dirigimos à praia de Viareggio.
Há muito tempo esperava por ver e escutar Eric Clapton ao vivo, pela lenda que é e por todo seu trabalho, seja no Cream, seja na carreira solo, que conheci através do meu irmão Big que sempre curtiu blues e, pouco antes de vir para a Itália, eu escutava sempre no carro da Lilica, amiga maluca que tenho em SP e que conheci pela minha irmã.
O grupo de abertura era Robert Cray, do qual o Silvio Lopes, irmãozão guitar-hero da King Bird, gravou-me um disco que me agradou muito (The Score). Assim, ero ansioso pelos dois shows e queria chegar cedo ao lugar do espetáculo para estar próximo ao palco.
Chegamos à Piazza Napoleone por volta das 20:00 horas, pois o show de abertura começava às 20:30 horas. Mal encontramos um lugar bom para ver um show, um malucão começou a reclamar do fato de eu e o Big sermos muito grandes e estarmos à frente dele e de seu filhote, que haviam chegado bem mais cedo. Depois de dois minutos de discussão inútil, deixamos eles falando sozinhos e não arredamos pé do lugar. Aonde já se viu discutir por um lugar num show que só tem pista, no meio de uma praça? !
Pontualmente às 20:30 horas começou o show do Robert Cray. Fiquei impressionado com a simplicidade, a humildade e o talento dele ao vivo. Um estilo de blues que não via há tempos, realmente diverso do que andam fazendo nos últimos tempos. Muito bom!
Após o término do show de Robert Cray, com mais de meia hora de atraso, entra num palco cheio de jogos de luzes Eric Clapton. Os músicos que o acompanhavam eram realmente impressionantes, com destaque para Doyle Bramhall II e Derek Trucks nas guitarras. Confesso que esperava mais do set list, que não foi muito empolgante se levarmos em conta a vasta coleção de sucessos e músicas boas que ele tem, apesar de ter melhorado bastante na última parte do show.
Mesmo a turnê sendo do último álbum, Back Home, eles tocaram só duas músicas deste trabalho (So Tired e Back Home), deixando de lado as maravilhosas Lost and Found, One Track Mind e I'm Going Left, que seria perfeita para finalizar o show. Das famosíssimas mesmo só tocaram Cocaine. Mesmo assim, foi um concerto de muito profissionalismo e excelente qualidade musical, além de não ser todo dia que temos a oportunidade de assistir a um concerto do Eric Clapton, de perto, em uma bela praça medieval a céu aberto e por um preço super acessível. E sempre na companhia do Big Bimba, que já me acompanhou aos shows do Testament, Nevermore, Tracy Chapman entre outros.
Após o show, demos uma última volta por Lucca, tomamos um sorvete e nos dirigimos à praia de Viareggio.

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