Tuesday, January 16, 2007

Izabella

12 a 14.01.2007

Tenho recebido milhares de cartas de fãs do mundo todo questionando-me o porquê de eu evitar ao máximo aspectos psicomulheris ou jamais falar sobre mulheres e paixões nos capítulos do Bimbando. Para me justificar, faço minhas as palavras do poeta: "O que abunda não prejudica, o peso amortece e o que sobra faz destroçar o que antes de ser já era, quanto mais, principalmente". Contudo, durante o final de semana dos dias 12 a 14 de janeiro de 2007 estive mais uma vez em Stockholm e conheci a mulher mais linda e fascinante da Europa (sim, pois as Américas ainda têm minha mãe e minha irmã, imbatíveis!). Uma loira de olhos azuis, com um sorrisso encantador e contagiante, uma energia eletrizante e um charme natural apaixonante. Ela mora na casa aonde fiquei hospedado e aproveitei-me disso para estar junto dela o maior tempo possível, somente perdendo-a de vista quando devíamos dormir ou quando sua mãe a levava para trocar as fraldas. Exatamente! Ela tem só 9 meses de idade, chama-se Izabella Ann Mattisdotter Wallgren, é filha da Tina e do Mattias, parte postiça de nossa família na Suécia, primos de coração, e eu me tornei o padrinho dessa pequena jóia, dessa "lilla gummam" sueca em 21 de outubro de 2006.
Na data do batizado eu acabava de retornar do Brasil à Itália e não tinha dinheiro para ir até Stockholm, de modo que não fui estive presente à cerimônia e ainda não havia conhecido minha afilhada. Mas havia prometido a mim mesmo que na primeira oportunidade iria correndo para a Suécia. Graças ao meu trabalho no Consulado e às empresas aéreas low cost (em especial a Ryanair, que faz Milão-Stockholm por 50 euros, ida e volta) consegui visitá-la ainda no mês de janeiro.
Cheguei sexta-feira à noite no centro de Stockholm, por volta da 1 da manhã, o que é bem tarde se considerarmos que a Tina e o Mattias têm um bebê de 9 meses em casa. Mas sofri uma sucessão de atrasos: o ônibus Autostradale que vai da Stazione Centrale de Milão até o aeroporto de Bergamo atrasou, o avião partiu com atraso e o Flygbussarna que vai do aeroporto de Skavsta até o centro de Stockholm também atrasou. Mas fui mantendo a Tina informada dos atrasos e, chegando em Stockholm, ela estava me esperando de braços abertos. Conversamos bastante durante o trajeto e, chegando em casa, o Mattias nos esperava sempre muito simpático e receptivo, mas a Izabellinha estava dormindo e não pude vê-la. Fomos dormir e no dia seguinte conheci minha linda afilhada e, ainda que as crianças não consigam se expressar perfeitamente (ainda mais num diálogo sueco-português!), sinto que ela gostou de mim e ganhei sua confiança. Procurei ficar bastante com ela e sempre quando saíamos de carro eu preferia ir com ela no banco traseiro e quando íamos às compras era eu quem a carregava.
Sábado fomos almoçar na casa da Ulrika, irmã da Tina, e pude revê-la, seu marido Tomaz, sua filha Amanda e sua mais nova filhinha de somente 4 meses, Jellen. À noite, foi toda a família em casa jantar especialidades suecas feitas pelo grande Mattias, que se revelou um exímio cozinheiro! Reencontrei a Boel com seu namorado Lars, a Ulrika com toda a trupe, e a Alexandra, com seu noivo Tomaz e com sua big pança de 7 meses de gravidez!
Estava já pirando o cabeção com a situação linguística da noite. Falava português com a Tina, espanhol com a Boel, inglês com os demais e gesticulava qualquer coisa com o Lars que só fala sueco. Bárbaro!
Todos foram embora por volta da meia-noite, arrumamos a cozinha e a sala e fomos dormir.No dia seguinte, pela manhã, 3 alces vieram nos visitar no jardim e a Tina mostrou-se descontente com a presença deles, pois comem todas as flores e plantas que ela tenta cultivar. Almoçamos "fajitas mejicanas" feitas pela Tina e que estavam, como diria o Roney Di, autor do Funk da Pamonha: "do jeitinho do meu paladar"! Logo após, Tina, Mattias e Izabellinha me acompanharam até o centro de Stockholm aonde eu deveria pegar o Flygbussarna até o aeroporto Skavsta. Estava chovendo, fazendo um tempo muito feio, mas nada que poderia tirar minha alegria de estar em meio a pessoas tão queridas, que me recebem sempre tão bem e que me aquecem tanto o coração. Com certeza, quando meu pai se tornou amigo do Stig e da Boel, pais da Tina, da Ulrika e da Alessandra, ainda nos anos 70, não imaginava que este elo entre pessoas distantes 15.000 km duraria por tanto tempo e, mais que isso, se tornaria cada vez mais intenso e sólido. Jamais imaginou que um dia seus filhos cresceriam e morariam perto de sua afilhada e de toda aquela amável família sueca, tampouco que um deles se tornaria padrinho de uma linda menina, representante da nova geração da perpetuação desse amor entre Brasil e Suécia. Hoje eu sinto na pele a impotência e inutilidade dos açoites do tempo e da distância aonde o amor foi plantado com sementes puras e em terreno fértil.

Tuesday, January 09, 2007

Trieste e Eslovênia

05 a 07.01.2007

Não sei se já comentei, mas decidi que este será o ano das viagens! Ao menos uma por mês, por um final de semana, quero realizar. Pois bem...
Quando fui à La Spezia para o encontro nacional das escolas de samba da Itália conheci gente de toda a Itália e fiz muitas amizades válidas. Uma delas foi a Francesca, que toca surdo na escola de samba Berimbau, da cidade de Trieste, extremo nordeste da Itália, fronteira com a Eslovênia.
Como acontece sempre nesse tipo de encontro, todos prometem a todos fazer uma visita e todos oferecem a todos a casa para hospedagem. Assim, diante do convite de minha nova amiga Francesca, fui a Trieste dar seguimento aos meus rolês pela Europa.
Fui na sexta-feira logo após ter saído do Consulado. Deu só o tempo de passar em casa, trocar de roupa, pegar a mala e partir para a Stazione Centrale. Tudo bem que o trem chegou em Trieste com 1 hora de atraso e a Francesca me esperava para jantar, mas beleza. Fomos nos comunicando durante aa viagem e tudo deu certo. Fui recepcionado com um autêntico jantar calabrês (ela é calabresa) e falamos muito sobre músia brasileira. Imaginem que ela adora o Brasil a ponto de ter um enorme mapa geográfico brasileiro na sala de sua casa.
No sábado rodamos por Trieste, uma bela cidade à beira-mar, com muitíssima história para contar, especialmente por ser uma cidade de fronteira. Dominações celta, romana,, austríaca e de novo italiana, guerras ferozes, mas também grandes nomes da literatura da primeira metade do século XX marcam a vida da cidade.
Durante a tarde tomamos um punch fortíssimo em um café-bar e fomos a uma festa de aniversário da filha de uma amiga da Fra que completava um ano de idade (a filha!). Claro que aproveitei para encher o bucho, pois não tinhamos almoçado ainda e, em função desta festinha, acabamos nem jantando.
No dia seguinte decidimos ir para Lubiana, capital da Eslovênia, passear e almoçar por lá. Ficamos apenas por 2 horas na cidade tendo em vista que meu trem para Milão partiria às 16:30 de Trieste. Mas deu para conhecer um pouco da cidade e ter certeza de que quero voltar lá durante o verão ou a primavera para um haappy hour noturno em algum dos barzinhos à beira do rio que cruza a cidade. Além disso, experimentei uma especiaria eslovena muito boa, mas que não lembro o nome. Em verdade eu nem sei o nome porque depois que a Francesca o repetiu 3 vezes eu respondi meu tradicional "beleza" e deixei quieto.Um final de semana meio corrido, mas bárbaro! Ainda tenho muito a conheceer de Trieste e da Eslovênia também, de modo que devo voltar lá, mas desta vez com o grande e único Big Bimba, para curtirmos juntos, pois desta vez ele não pôde ir.

Ano Novo em Paris

29.12.2006 a 01.01.2007

Conforme previamente combinado desde outubro, fomos eu, o Big Bimba e o Son encontrar Bambina, sua irmã, Donata e toda uma galera indócil em Paris para o ano novo. O grande Cauê já estava lá desde o dia 23 e iría se juntar a nós no dia 30, como de fato aconteceu. Dormimos na casa de minha amiga francesa Claire, que conheci em Genova durante minhas visitas à Bambina quando ela morava lá. Ficamos num quarto eu, Big Bimba, Son, Cauê e Laura, uma amiga italiana que também conheci em Genova.
Logo que chegamos fomos diretamente à Praça da catedral de Notre-Dame encontrar todo o pessoal que já se concentrava para a baladinha da noite. Fomos com mala e tudo e, chegando lá, nos deparamos com a bela catedral, com uma bela árvore de natal á sua frente e um bando de malucos bêbados, cada um falando uma língua diferente, sendo que muias destas pessoas haviam sido agregadas ao grupo naquele mesmo momento. Tinha até mesmo um indigente francês comemorando conosco que não fazia outra coisa que não procurar bebida. Era incrível como ele circulava entre as bolsas, carteiras, mochilas, máquinas fotográficas e nada disso o interessava, pois ele só pegava em mãos as garrafas de vinho para conferir se ainda tinham alguma gota da bebida. Após muitas saudações, vinho, fotos, risadas, pegamos o metrô para ir a uma baladinha até então desconhecida de quase todos. A única informação que tínhamos é que não se pagava para entrar e, por isso mesmo, seguimos a carruagem. Fizemos uma zona terrível no metrô de Paris, entrando pela saída das catracas e dando de beber para os outros pasageiros. Um de nossos companheiros, o namorado da Gaby Agustini, havia defecado nas calças quando ainda estávamos na praça da Notre-Dame e assim permaneceu durante toda a noite, o que o impossibilitou de se sentar no metrô e na baladinha. Isso sem contar que ele havia sumido por um bom tempo para tentar encontrar um banheiro e somente reapareceeu quando a bomba explodiu e nada mais havia a se fazer.
A baladinha realmente era gratuita e no melhor esquema tuf-tuf na orelha, com sofás por todas os lados e banheiro repleto de recortes de jornais colados e versos inteligentes escritos nas paredes. Tomamos umas brejas, trocamos idéia, dançamos um pouco e, num momento bárbaro, quando estávamos eu, o Big e o Son próximos ao bar, uma moça francesa deixou seu namorado de lado e veio nos pedir para fazer uma foto conosco. Até aí tudo bem, já estou acostumado, vida de artista e tal... mas o estranho é que ela não tinha máquina fotográfica e nem pediu para mandarmos a foto por e-mail. Tiramos a foto com a nossa máquina e ela voltou feliz para o namorado. Beleza. Vontamos para casa lá pelas 6 da manhã e capotamos. Lembro a todos que ainda não havíamos deixado as mochilas e demais petrechos de viagem em casa, pois do aeroporto fomos pra praça e da praça, para a baladinha.
Acordamos, tomamos banho e, como já era hora do almoço, fomos no McDonalds mesmo para sermos rápidos e sairmos logo de rolê pela cidade. Após o rango, fomos conhecer o Arco do Triunfo e a Torre Eiffel, fazendo todo o caminho a pé, desde a Esplanada de La Défense. Isso deu caminhada para toda a tarde. Quando anoiteceu, estávamos próximos à Torre e pudemmos presenciar o espetacular show de luzes que fizeram em toda a grande Eiffel. Logo após passamos em um supermercado e preparamos uma refeição noturna do jeitinho do nosso paladar e comemos em um banco de praça aos pés da Eiffel. Estava fazendo um baita frio e ventando bastante, mas nosso espírito indomável não nos abandonou!
Durante a noite a Claire decidiu chamar todos para irem na casa dela comer alguma coisa e descansarmos mais cedo. Cada um levou comes e bebes e ficamos curtindo momentos, dóceis desta vez, na casa da Claire.
Dia seguinte, acordamos e fomos novaamente circular pela cidade, desta vez pela Catedral de Notre-Dame, pelo Louvre, Praça de la Concorde e toda a região próxima a estes lugares.
Para a virada do ano já estava tudo preparado numa das festinhas mais alucinantes que já estive num prédio de 3 andares superiores e um subterrâneo no centro de Paris, onde durante os dias normais funciona uma espécie de atelier de arte. Para entrar bastava pagar 5 euros e levar alguma comida e alguma bebida. Mas não era uma festa divulgada pelos meios de comunicação de massa, mas somente entre amigos, no famoso boca-a-boca. Havia pessoas de todo o mundo, bebidas e comidas de toda sorte e uma atmmosfera de indocilidade que mais tarde se revelaria constante, geral e irrestrita.
Nos minutos iniciais da festa, com as pessoas ainda sóbrias, deparamo-nos com nosso grande amigo Datena, que passou o ano novo 2005\2006 conosco em Milão. Sabia que ele morava em Paris, mas não tive tempo de contatá-lo e pensei que não mais iria revê-lo. mas por obra do destino, nos encontramos por acaso nesta festa! Grande Datena, que depois que aprendeu a falar "Auguri", não diz outra coisa nas comemorações de ano novo!
Cada andar da festa tinha um som diferente que era escolhido pelos próprios convidados. Bastava levar um CD e colocar para tocar. No andar subterrâneo rolava um jazz ao vivo para a galera mais viajada, no andar térreo rolava quase sempre um Michael Jackson das antigas, quando ele ainda tinha nariz de verdade, e nos outros andares.....não me lembro, mas certamente deveria ser Jordy ou essas coisas francesas.
O mais bárbaro é que cada um falava uma língua, mas pelo espírito de paz, fé, esperança, luz e união que permeia o ano novo, todos se entendiam perfeitamente! Assim, eu via o Big falando italiano com uma mina francesa que só sabia falar alemão e os dois se divertiam. Numa outra ocasião ele ficou tentando xavecar uma mina em todas as línguas quando, ao final, descobriu que ela era brasileira! Eu encontrava umas pessoas estranhas e falava inglès. Quando me respondiam em francês, eu mudava pro italiano e a pessoa mudava pro inglês, momento no qual eu mudava para o português e ela para o espanhol. Mas no final tudo acabava magicamente bem! Vou dizer que conheci a festa toda, mas não sabia o nome de ninguém nem que língua falava. A mais bárbara que conheci foi uma mocinha alemã que curtia death metal! Estávamos combinando de irmos juntos ao Wacken Open Air deste ano, mas esquecemos de trocar telefones, e-mails e até mesmo nomes...
A mistura vinho/vodka/whisky/malibu/cerveja/champagne/água era a bebida da noite. Aliás, eu sabia que não deveria ter tomado aquela água no final...
Aliás, não entrarei em muitos detalhes sobre a festa, pois a Lei do Silêncio deve prevalecer. Quem foi, foi. Quem não foi, veja as fotos e deduza os acontecimentos mais bárbaros da festa!
Só sei que desde meus tempos de festas da universidade, carnavais no interior de Minas Gerais, e coisas do naipe que não me divertia tanto. Um excelente ano novo que vai ficar para a história.
Paris é uma cidade maravilhosa e os franceses não são antipáticos como todos dizem. Ao menos foi essa a impressão que durante estes 3 dias em que estive em Paris. Mesmo quando fui a Marselha (sul da França) não fui tratado mal por nenhum francês, mesmo sem falar quase nada da língua deles. Do contrário!
Para completar a viagem, o Son conseguiu um fhlempsz para o fim da noite de ano novo e foi dormir na casa da presepêra. O combinado era nos encontrar no dia seguinte diretamente no aeroporto Charles-de-Gaulle às 2 horas da tarde. O próprio Son repetiu dezenas de vezes o nome do aeroporto e a hora do encontro para não esquecer e acabar ficando em Paris. Pois bem, voltamos para a Itália somente eu e o Big Bimba, pois embarcamos às 15 horas e nada de Son aparecer! O pior é que ele havia deixado o celular conosco, na mala dele! No final, ele pegou um ônibus e demorou quase um dia para volttar á Milão. Grande Son!Ano novo inesquecível e espero que a cada ano seja melhor! Aliás, no próximo ano terei férias neste período se tudo der certo no Consulado, de modo que provavelmente esteja no Brasil!!

Casa Nova e Natal

11 a 26.12.2006

Depois de uma mudança rápida e até mesmo um pouco tumultuada, seja em função da ausência do Emerson para ajudar, seja pelo fato de meu irmão estar vindo de Vicenza, mudamos para a nova casa, mais próxima ao centro de Milão, do Duomo, do Consulado, o que é uma boa vantagem, apesar dela ser um pouco menor do que a anterior. Mais uma vez, depois de mais de um ano, voltamos, eu e meu irmão, a morar com o Salvatore, como nos velhos tempo de Via Brioschi, nossa primeira moradia na Itália.
É certo que, cedo ou tarde devemos dar um passo maior e tentar dar entrada em um imóvel nosso e, em vez de ficar todo mês dando dinheiro para nada, pagamos o financiamento. Se renovarem meu contrato no Consulado em fevereiro por um período longo, talvez consigamos o empréstimo e esta hipótese pode se tornar realidade. Mas ainda temos chão pela frente.
Como sempre, o Salvatore teve bom gosto em decorar a casa e tudo já estava pronto quando chegamos na nova casa. No entanto, a disposição dos móveis, apesar de bela, não era prática e certo dia, quando a Elena veio me visitar, mudamos tudo e todas as alterações foram aprovadas pelos outros moradores.
Logo de início constatei que não há senhoras de idade avançada morando no mesmo pequeno edifício de 3 andares aonde moramos e que os vizinhos são tranquilos e jamais reclamarão do barulho, pois o vizinho de cima tem crianças que pulam como cangurus, o outro vizinho toca piano e os demais são jovens e vira-e-mexe estão curtindo um som em volume relativamente alto. Sussa...
Para inauguração da casa nada melhor do que um grande encontro natalino entre amigos. Organizei o famoso amigo-secreto de natal e, entre medrosos que não queriam cadastrar o CPF no site www.amigosecreto.com.br e pessoas de espírito indomável, éramos em 11 pessoas. Cada um trouxe algo para comer e beber, nossa amiga Vanessa veio com o pequenino samurai ítalo-brasileiro Matteo e conseguimos ter um natal alegre mesmo estando todos longe da família e das raízes. Tinha um pouco de tudo: de frango, verduras, macarrão, arroz, comida japonesa, amendoin, vinho, suco, champagne. Trocamos os presentes, comemos e bebemos bastante, escutamos música, conversamos e por volta das 3 horas da manhã todos foram embora, exceto o grande Jampa que acabou dormindo aqui em casa, no sofá-cama da sala. O único ponto negativo foi a ausência injustificada e não anunciada de uma moça, amiga do Emerson, que entrou na turma há pouco tempo e, depois dessa palhaçada, já saiu! Mas no final tudo acabou bem e eu ganhei o último CD do Steel Pulse, African Holocaust, aproveitando para fazer um pouco de inveja à minha irmã. A casa resistiu bem ao evento e está pronta para os próximos eventos!O Son partirá para o Brasil no início de janeiro e não morará mais conosco, pois decidiu fazer a vida em Londres. O Big já tomou seu lugar na casa e é muito bom poder morar de novo com meu irmão, mesmo porque nos damos muito bem na convivência e sabemos respeitar perfeitamente um o espaço do outro.