Casa Nova e Natal
11 a 26.12.2006
Depois de uma mudança rápida e até mesmo um pouco tumultuada, seja em função da ausência do Emerson para ajudar, seja pelo fato de meu irmão estar vindo de Vicenza, mudamos para a nova casa, mais próxima ao centro de Milão, do Duomo, do Consulado, o que é uma boa vantagem, apesar dela ser um pouco menor do que a anterior. Mais uma vez, depois de mais de um ano, voltamos, eu e meu irmão, a morar com o Salvatore, como nos velhos tempo de Via Brioschi, nossa primeira moradia na Itália.
É certo que, cedo ou tarde devemos dar um passo maior e tentar dar entrada em um imóvel nosso e, em vez de ficar todo mês dando dinheiro para nada, pagamos o financiamento. Se renovarem meu contrato no Consulado em fevereiro por um período longo, talvez consigamos o empréstimo e esta hipótese pode se tornar realidade. Mas ainda temos chão pela frente.
Como sempre, o Salvatore teve bom gosto em decorar a casa e tudo já estava pronto quando chegamos na nova casa. No entanto, a disposição dos móveis, apesar de bela, não era prática e certo dia, quando a Elena veio me visitar, mudamos tudo e todas as alterações foram aprovadas pelos outros moradores.
Logo de início constatei que não há senhoras de idade avançada morando no mesmo pequeno edifício de 3 andares aonde moramos e que os vizinhos são tranquilos e jamais reclamarão do barulho, pois o vizinho de cima tem crianças que pulam como cangurus, o outro vizinho toca piano e os demais são jovens e vira-e-mexe estão curtindo um som em volume relativamente alto. Sussa...
Para inauguração da casa nada melhor do que um grande encontro natalino entre amigos. Organizei o famoso amigo-secreto de natal e, entre medrosos que não queriam cadastrar o CPF no site www.amigosecreto.com.br e pessoas de espírito indomável, éramos em 11 pessoas. Cada um trouxe algo para comer e beber, nossa amiga Vanessa veio com o pequenino samurai ítalo-brasileiro Matteo e conseguimos ter um natal alegre mesmo estando todos longe da família e das raízes. Tinha um pouco de tudo: de frango, verduras, macarrão, arroz, comida japonesa, amendoin, vinho, suco, champagne. Trocamos os presentes, comemos e bebemos bastante, escutamos música, conversamos e por volta das 3 horas da manhã todos foram embora, exceto o grande Jampa que acabou dormindo aqui em casa, no sofá-cama da sala. O único ponto negativo foi a ausência injustificada e não anunciada de uma moça, amiga do Emerson, que entrou na turma há pouco tempo e, depois dessa palhaçada, já saiu! Mas no final tudo acabou bem e eu ganhei o último CD do Steel Pulse, African Holocaust, aproveitando para fazer um pouco de inveja à minha irmã. A casa resistiu bem ao evento e está pronta para os próximos eventos!O Son partirá para o Brasil no início de janeiro e não morará mais conosco, pois decidiu fazer a vida em Londres. O Big já tomou seu lugar na casa e é muito bom poder morar de novo com meu irmão, mesmo porque nos damos muito bem na convivência e sabemos respeitar perfeitamente um o espaço do outro.
Depois de uma mudança rápida e até mesmo um pouco tumultuada, seja em função da ausência do Emerson para ajudar, seja pelo fato de meu irmão estar vindo de Vicenza, mudamos para a nova casa, mais próxima ao centro de Milão, do Duomo, do Consulado, o que é uma boa vantagem, apesar dela ser um pouco menor do que a anterior. Mais uma vez, depois de mais de um ano, voltamos, eu e meu irmão, a morar com o Salvatore, como nos velhos tempo de Via Brioschi, nossa primeira moradia na Itália.
É certo que, cedo ou tarde devemos dar um passo maior e tentar dar entrada em um imóvel nosso e, em vez de ficar todo mês dando dinheiro para nada, pagamos o financiamento. Se renovarem meu contrato no Consulado em fevereiro por um período longo, talvez consigamos o empréstimo e esta hipótese pode se tornar realidade. Mas ainda temos chão pela frente.
Como sempre, o Salvatore teve bom gosto em decorar a casa e tudo já estava pronto quando chegamos na nova casa. No entanto, a disposição dos móveis, apesar de bela, não era prática e certo dia, quando a Elena veio me visitar, mudamos tudo e todas as alterações foram aprovadas pelos outros moradores.
Logo de início constatei que não há senhoras de idade avançada morando no mesmo pequeno edifício de 3 andares aonde moramos e que os vizinhos são tranquilos e jamais reclamarão do barulho, pois o vizinho de cima tem crianças que pulam como cangurus, o outro vizinho toca piano e os demais são jovens e vira-e-mexe estão curtindo um som em volume relativamente alto. Sussa...
Para inauguração da casa nada melhor do que um grande encontro natalino entre amigos. Organizei o famoso amigo-secreto de natal e, entre medrosos que não queriam cadastrar o CPF no site www.amigosecreto.com.br e pessoas de espírito indomável, éramos em 11 pessoas. Cada um trouxe algo para comer e beber, nossa amiga Vanessa veio com o pequenino samurai ítalo-brasileiro Matteo e conseguimos ter um natal alegre mesmo estando todos longe da família e das raízes. Tinha um pouco de tudo: de frango, verduras, macarrão, arroz, comida japonesa, amendoin, vinho, suco, champagne. Trocamos os presentes, comemos e bebemos bastante, escutamos música, conversamos e por volta das 3 horas da manhã todos foram embora, exceto o grande Jampa que acabou dormindo aqui em casa, no sofá-cama da sala. O único ponto negativo foi a ausência injustificada e não anunciada de uma moça, amiga do Emerson, que entrou na turma há pouco tempo e, depois dessa palhaçada, já saiu! Mas no final tudo acabou bem e eu ganhei o último CD do Steel Pulse, African Holocaust, aproveitando para fazer um pouco de inveja à minha irmã. A casa resistiu bem ao evento e está pronta para os próximos eventos!O Son partirá para o Brasil no início de janeiro e não morará mais conosco, pois decidiu fazer a vida em Londres. O Big já tomou seu lugar na casa e é muito bom poder morar de novo com meu irmão, mesmo porque nos damos muito bem na convivência e sabemos respeitar perfeitamente um o espaço do outro.

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