Festa Sado-Masoquista
01.12.2006
Como já aconteceu outras vezes, fui convidado para trabalhar como segurança numa festa privada em um casarão antigo na região De Angeli aqui em Milão. Estávamos eu e meus parceiros senegaleses Sherif, Álamo, Assi e Mustafá cuidando da segurança no local, prezando pela integridade física dos convidados.A festa começaria às 23 horas, mas às 22:30 horas já havia um aglomerado de cerca de 20 pessoas em frente ao portão, todos visualmente do sexo masculino, mas de aparência homossexual. Até aí, tudo bem, poderia ser uma festa GLS. Pouco depois das 23 horas começaram a chegar pessoas com fantasias incríveis, maquiagens fantásticas e estilos que fariam inveja à Marilin Manson e a todos os cyberpunks anticristo do mundo! Roupas de couro com chicotes, correntes, lentes de contato demoníacas e toda sorte de petrechos usados por senhores de escravos e torturadores. Realmente aquilo me chamou a atenção, mas como eu fazia a segurança na parte externa da festa, do portão de entrada até a porta principal, não notei nada de anormal. Eis que num belo momento Sherif vem de dentro da casa rindo e dizendo ter medo de voltar lá dentro porque parecia que a época da escravidão estava voltando! Disse-me: "Fratello, fai un giro dentro e poi dimmi cosa pensi. Minchia, é roba da fare paura!". Curioso, deixei Sherif no meu lugar e fui dar um rolê ao interno da casa e me deparei com coisas antes vistas somente em filminhos trash da SextaSexy: velhos barrigudos pelados e sendo chicoteadoss por belissimas mulheres com roupas de couro, homens engatinhando e sendo puxados por uma coleira, pessoas que beijavam os pés e lambiam as botas de couro alheias, cenas de sexo oral, chicoteadas e correnteadas por todos os lados, espetáculos sado-masoquistas em gaiolas de aço, mulheres semi-nuas que se beijavam, rapazes que se esfregavam sozinhos nas cortinas, filas nos banheiros para dar um "flhempsz" etc. Bárbaro, literalmente bárbaro! De tempos em tempos eu devia rodar pela festa para ver se não haviam brigas e se ninguém fumava ao interno da casa, no que me veio uma questão que levei de imediato ao nosso corpo de segurança: "Rapazes, se houvesse alguma briga nessa festa e devêssemos usar a força bruta para resolver o problema, certamente estaríamos gerando um outro problema, uma vez que todos os convidados gostam de tomar porrada! O que faremos nesse caso? Carinho?". Ficamos sem uma resposta até o final da festa. Menos mal que todos os convidados, apesar dos pesares eram educadíssimos, nos respeitavam e não tivemos nenhum problema. O mais interessante disso tudo é que os convidados não seguiam um estilo, tendo de jovens e senhores, gordos e magros, músicos e empresários, playboys e metaleiros, católicos e muçulmanos, unidos pelo prazer sado-masoquista numa festa privada, longe do pudor público e dos olhos da decência social, sem fazer mal a ninguém, só curtindo seus dias. Não que eu goste deste mundo, mas respeito enquanto ele me respeitar. Mais um capítulo interessante nas minhas Bimbadas pela Europa!
Como já aconteceu outras vezes, fui convidado para trabalhar como segurança numa festa privada em um casarão antigo na região De Angeli aqui em Milão. Estávamos eu e meus parceiros senegaleses Sherif, Álamo, Assi e Mustafá cuidando da segurança no local, prezando pela integridade física dos convidados.A festa começaria às 23 horas, mas às 22:30 horas já havia um aglomerado de cerca de 20 pessoas em frente ao portão, todos visualmente do sexo masculino, mas de aparência homossexual. Até aí, tudo bem, poderia ser uma festa GLS. Pouco depois das 23 horas começaram a chegar pessoas com fantasias incríveis, maquiagens fantásticas e estilos que fariam inveja à Marilin Manson e a todos os cyberpunks anticristo do mundo! Roupas de couro com chicotes, correntes, lentes de contato demoníacas e toda sorte de petrechos usados por senhores de escravos e torturadores. Realmente aquilo me chamou a atenção, mas como eu fazia a segurança na parte externa da festa, do portão de entrada até a porta principal, não notei nada de anormal. Eis que num belo momento Sherif vem de dentro da casa rindo e dizendo ter medo de voltar lá dentro porque parecia que a época da escravidão estava voltando! Disse-me: "Fratello, fai un giro dentro e poi dimmi cosa pensi. Minchia, é roba da fare paura!". Curioso, deixei Sherif no meu lugar e fui dar um rolê ao interno da casa e me deparei com coisas antes vistas somente em filminhos trash da SextaSexy: velhos barrigudos pelados e sendo chicoteadoss por belissimas mulheres com roupas de couro, homens engatinhando e sendo puxados por uma coleira, pessoas que beijavam os pés e lambiam as botas de couro alheias, cenas de sexo oral, chicoteadas e correnteadas por todos os lados, espetáculos sado-masoquistas em gaiolas de aço, mulheres semi-nuas que se beijavam, rapazes que se esfregavam sozinhos nas cortinas, filas nos banheiros para dar um "flhempsz" etc. Bárbaro, literalmente bárbaro! De tempos em tempos eu devia rodar pela festa para ver se não haviam brigas e se ninguém fumava ao interno da casa, no que me veio uma questão que levei de imediato ao nosso corpo de segurança: "Rapazes, se houvesse alguma briga nessa festa e devêssemos usar a força bruta para resolver o problema, certamente estaríamos gerando um outro problema, uma vez que todos os convidados gostam de tomar porrada! O que faremos nesse caso? Carinho?". Ficamos sem uma resposta até o final da festa. Menos mal que todos os convidados, apesar dos pesares eram educadíssimos, nos respeitavam e não tivemos nenhum problema. O mais interessante disso tudo é que os convidados não seguiam um estilo, tendo de jovens e senhores, gordos e magros, músicos e empresários, playboys e metaleiros, católicos e muçulmanos, unidos pelo prazer sado-masoquista numa festa privada, longe do pudor público e dos olhos da decência social, sem fazer mal a ninguém, só curtindo seus dias. Não que eu goste deste mundo, mas respeito enquanto ele me respeitar. Mais um capítulo interessante nas minhas Bimbadas pela Europa!

0 Comments:
Post a Comment
<< Home