Trieste e Eslovênia
05 a 07.01.2007
Não sei se já comentei, mas decidi que este será o ano das viagens! Ao menos uma por mês, por um final de semana, quero realizar. Pois bem...
Quando fui à La Spezia para o encontro nacional das escolas de samba da Itália conheci gente de toda a Itália e fiz muitas amizades válidas. Uma delas foi a Francesca, que toca surdo na escola de samba Berimbau, da cidade de Trieste, extremo nordeste da Itália, fronteira com a Eslovênia.
Como acontece sempre nesse tipo de encontro, todos prometem a todos fazer uma visita e todos oferecem a todos a casa para hospedagem. Assim, diante do convite de minha nova amiga Francesca, fui a Trieste dar seguimento aos meus rolês pela Europa.
Fui na sexta-feira logo após ter saído do Consulado. Deu só o tempo de passar em casa, trocar de roupa, pegar a mala e partir para a Stazione Centrale. Tudo bem que o trem chegou em Trieste com 1 hora de atraso e a Francesca me esperava para jantar, mas beleza. Fomos nos comunicando durante aa viagem e tudo deu certo. Fui recepcionado com um autêntico jantar calabrês (ela é calabresa) e falamos muito sobre músia brasileira. Imaginem que ela adora o Brasil a ponto de ter um enorme mapa geográfico brasileiro na sala de sua casa.
No sábado rodamos por Trieste, uma bela cidade à beira-mar, com muitíssima história para contar, especialmente por ser uma cidade de fronteira. Dominações celta, romana,, austríaca e de novo italiana, guerras ferozes, mas também grandes nomes da literatura da primeira metade do século XX marcam a vida da cidade.
Durante a tarde tomamos um punch fortíssimo em um café-bar e fomos a uma festa de aniversário da filha de uma amiga da Fra que completava um ano de idade (a filha!). Claro que aproveitei para encher o bucho, pois não tinhamos almoçado ainda e, em função desta festinha, acabamos nem jantando.
No dia seguinte decidimos ir para Lubiana, capital da Eslovênia, passear e almoçar por lá. Ficamos apenas por 2 horas na cidade tendo em vista que meu trem para Milão partiria às 16:30 de Trieste. Mas deu para conhecer um pouco da cidade e ter certeza de que quero voltar lá durante o verão ou a primavera para um haappy hour noturno em algum dos barzinhos à beira do rio que cruza a cidade. Além disso, experimentei uma especiaria eslovena muito boa, mas que não lembro o nome. Em verdade eu nem sei o nome porque depois que a Francesca o repetiu 3 vezes eu respondi meu tradicional "beleza" e deixei quieto.Um final de semana meio corrido, mas bárbaro! Ainda tenho muito a conheceer de Trieste e da Eslovênia também, de modo que devo voltar lá, mas desta vez com o grande e único Big Bimba, para curtirmos juntos, pois desta vez ele não pôde ir.
Não sei se já comentei, mas decidi que este será o ano das viagens! Ao menos uma por mês, por um final de semana, quero realizar. Pois bem...
Quando fui à La Spezia para o encontro nacional das escolas de samba da Itália conheci gente de toda a Itália e fiz muitas amizades válidas. Uma delas foi a Francesca, que toca surdo na escola de samba Berimbau, da cidade de Trieste, extremo nordeste da Itália, fronteira com a Eslovênia.
Como acontece sempre nesse tipo de encontro, todos prometem a todos fazer uma visita e todos oferecem a todos a casa para hospedagem. Assim, diante do convite de minha nova amiga Francesca, fui a Trieste dar seguimento aos meus rolês pela Europa.
Fui na sexta-feira logo após ter saído do Consulado. Deu só o tempo de passar em casa, trocar de roupa, pegar a mala e partir para a Stazione Centrale. Tudo bem que o trem chegou em Trieste com 1 hora de atraso e a Francesca me esperava para jantar, mas beleza. Fomos nos comunicando durante aa viagem e tudo deu certo. Fui recepcionado com um autêntico jantar calabrês (ela é calabresa) e falamos muito sobre músia brasileira. Imaginem que ela adora o Brasil a ponto de ter um enorme mapa geográfico brasileiro na sala de sua casa.
No sábado rodamos por Trieste, uma bela cidade à beira-mar, com muitíssima história para contar, especialmente por ser uma cidade de fronteira. Dominações celta, romana,, austríaca e de novo italiana, guerras ferozes, mas também grandes nomes da literatura da primeira metade do século XX marcam a vida da cidade.
Durante a tarde tomamos um punch fortíssimo em um café-bar e fomos a uma festa de aniversário da filha de uma amiga da Fra que completava um ano de idade (a filha!). Claro que aproveitei para encher o bucho, pois não tinhamos almoçado ainda e, em função desta festinha, acabamos nem jantando.
No dia seguinte decidimos ir para Lubiana, capital da Eslovênia, passear e almoçar por lá. Ficamos apenas por 2 horas na cidade tendo em vista que meu trem para Milão partiria às 16:30 de Trieste. Mas deu para conhecer um pouco da cidade e ter certeza de que quero voltar lá durante o verão ou a primavera para um haappy hour noturno em algum dos barzinhos à beira do rio que cruza a cidade. Além disso, experimentei uma especiaria eslovena muito boa, mas que não lembro o nome. Em verdade eu nem sei o nome porque depois que a Francesca o repetiu 3 vezes eu respondi meu tradicional "beleza" e deixei quieto.Um final de semana meio corrido, mas bárbaro! Ainda tenho muito a conheceer de Trieste e da Eslovênia também, de modo que devo voltar lá, mas desta vez com o grande e único Big Bimba, para curtirmos juntos, pois desta vez ele não pôde ir.

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